
Quando o nome de Cabo Verde ecoou entre as seleções qualificadas para o Mundial de 2026, não foi apenas uma vitória desportiva, foi a confirmação de um caminho construído com coragem, visão e uma liderança que acreditou sempre no potencial dos nossos jogadores. No centro desta jornada está Bubista, o treinador que devolveu ao país a convicção de que o impossível pode ser alcançado.Com uma combinação rara de humildade, disciplina e ambição, Bubista moldou uma seleção que aprendeu a competir com maturidade, a jogar com identidade e a representar Cabo Verde com uma determinação que contagiou todo o país. Sob o seu comando, a equipa encontrou estabilidade tática, confiança emocional e um espírito coletivo que se tornou a sua maior força.Neste Novembro, em Marrocos, Bubista foi distinguido como Melhor Treinador Africano de 2025, um reconhecimento que ultrapassa fronteiras e confirma aquilo que o povo já sabia: o seu trabalho é excecional, a sua liderança é exemplar e a sua visão é maior do que qualquer estádio. Este prémio é mais do que um título individual, é o reflexo da confiança de um continente no talento cabo-verdiano.Com serenidade, disciplina e uma compreensão profunda do que significa representar Cabo Verde, Bubista guiou a nossa seleção rumo a um feito que parecia impossível. Deu-nos esperança, ensinou-nos a acreditar e mostrou que a grandeza não se impõe, constrói-se dia após dia, treino após treino, vitória após vitória.Hoje celebramos não apenas o treinador, mas o homem que soube unir jogadores, públicos e gerações em torno de um sonho comum. Bubista tornou-se símbolo de competência, inspiração e orgulho nacional. E numa época em que o país precisa de referências que elevem o seu nome no mundo, ele ofereceu-nos a maior de todas: a certeza de que Cabo Verde pode chegar onde ousar sonhar.Obrigado, Bubista. Por nos guiares, por nos inspirares e por tornares a história possível.



