
Os livros de História e os nossos arquivos de memória colectiva estão recheados de expressões que pintam um povo em quadros vivos e eternos. São memórias que vivem nos palcos, na música, no humor, na arte e na criatividade daqueles que transformam talento em identidade partilhada. É por isso que a cultura ocupa um lugar tão relevante no desenvolvimento de qualquer sociedade, porque fortalece laços, aproxima gerações e ajuda-nos a compreender quem somos e o que desejamos construir.
A III Edição do Festival Nho Puxim foi mais uma demonstração dessa vitalidade cultural que caracteriza Cabo Verde. Reunindo artistas, público e diferentes sensibilidades criativas, o evento afirmou-se como um espaço de celebração da expressão artística nacional e da riqueza do nosso património humano.
A Fundação Carlos Albertino Veiga associou-se a esta iniciativa através do seu apoio institucional e da presença do seu Presidente, Dr. Paulo Veiga, numa participação que reflete a importância que a Fundação atribui à valorização cultural enquanto dimensão essencial da vida coletiva e do progresso social.
Para a Fundação, apoiar a cultura significa apoiar pessoas, oportunidades e caminhos de afirmação. Significa reconhecer nos artistas não apenas criadores de espetáculo, mas também guardiões da memória, intérpretes da realidade e agentes de transformação social. Num país jovem, diverso e criativo como Cabo Verde, a cultura continua a ser um dos mais poderosos instrumentos de coesão, autoestima e projeção nacional.
O pilar cultural integra, por isso, de forma estruturante a visão estratégica da Fundação Carlos Albertino Veiga. Estar próximo dos artistas e das iniciativas que promovem a criação e a circulação cultural representa uma escolha consciente e um compromisso duradouro com o talento cabo-verdiano e com a valorização da nossa herança coletiva.
A todos os que contribuíram para o sucesso desta edição do Festival Nho Puxim, organização, artistas, parceiros e público, a Fundação dirige uma palavra de reconhecimento e apreço.
Continuaremos presentes, porque acreditamos que uma sociedade que valoriza a sua cultura fortalece também a confiança no seu futuro.



