
Cabo Verde está em contagem decrescente para o Mundial e o primeiro jogo desta fase final de preparação contou com a presença e apoio da Fundação Carlos Albertino Veiga. Num jogo que não se mediu apenas pelo resultado, as bancadas estiveram em festa comandadas pela emoção, pela identidade e pelo sentimento de pertença de um povo.
O jogo de preparação entre Cabo Verde e a Sérvia, realizado em Lisboa, foi um desses momentos que fica na História de quem o viveu e assistiu. Mais de 18 mil cabo-verdianos pintaram de azul uma tarde inesquecível de comunhão entre a Seleção Nacional e o seu povo. Das bancadas ergueu-se muito mais do que apoio, ergueu-se um abraço coletivo, uma celebração da nossa identidade e da ligação profunda que une Cabo Verde à sua diáspora.
O triunfo por 3-0 foi apenas a cereja no topo do bolo de uma verdadeira festa nacional.
A Fundação Carlos Albertino Veiga teve a honra de estar presente neste momento, representada pelo seu responsável de projetos, Bruno Filipe Costa. A participação no almoço oficial constituiu uma oportunidade importante para juntar a voz da Fundação à de outros parceiros da Seleção Nacional e entidades oficiais, reforçando laços e partilhando uma visão comum de apoio ao desporto e à afirmação internacional de Cabo Verde.
No dia seguinte, a Fundação voltou a estar ao lado da nossa equipa nacional, desta vez no hotel de estágio da Seleção, onde partilhámos um almoço com jogadores e equipa técnica, num encontro marcado pela proximidade, pelo respeito e pelo sentimento genuíno de pertença a um mesmo sonho.
Entre palavras de incentivo, abraços sentidos e votos sinceros de sucesso, reforçou-se uma ligação que a Fundação valoriza profundamente: a proximidade com aqueles que carregam o nome de Cabo Verde para os maiores palcos do mundo.
Acompanhámos ainda a comitiva no caminho para o aeroporto e assistimos à sua partida rumo aos Estados Unidos, onde espera o desafio maior e o sonho que mobiliza toda uma nação: o Mundial.
Na Fundação Carlos Albertino Veiga acreditamos que o desporto é muito mais do que competição.
É diplomacia, inspiração, identidade e esperança. Boa sorte Cabo Verde e que os Estados Unidos se pintem do azul mais bonito, o nosso!



